Salkantay a Machu Picchu: guia completo da trilha de 5 dias

 

 

Por que escolhi o Peru e a trilha para a montanha Salkantay?

Quando decidi conhecer o Peru, estava em busca de sabedoria e autoconhecimento.  Sempre imaginei o quanto a energia desse país e da ancestralidade presente na cultura, culinária, música etc… seria positiva para uma experiência pessoal desse tipo.

Dito e feito. Um país que me recebeu com uma bebida de boas vindas, conhecida como pisco, já me encantou com suas peculiaridades desde o momento em que cheguei.

É curioso como os países andinos tem tantas tradições, rituais e sabedorias retransmitidas por séculos e séculos.

Isso me instigava o tempo todo e as perguntas que não me saiam da cabeça eram: por que uma cidade de médio porte como Cusco poderia ser tão cosmopolita? Por que Machu Picchu era um destino visitado por mais de 3.000 pessoas por dia?

Por que tantas pessoas que não são montanhistas se aventuram a subir Salkantay? As respostas para tais perguntas não vieram prontas, mas, ao longo dos dias, foi fácil perceber como – para aqueles que buscam isso –  é fácil se conectar a si mesmo sob uma vibração de paz nesse país.

Valeu cada segundo ter programado essa viagem e ter me entregado à experiência, subindo até Salkantay – Montanha com 4630 metros de altitude – . Vejam como foi o passo a passo do percurso.

  • Preparativos para a Trilha

Eu decidi me hospedar – ponto central – na famosa cidade Cusco. Acho  importante ressaltar que vale a pena chegar em Cusco pelo menos 1 dia antes de iniciar o trekking. Isso vale especialmente para nós, brasileiros, que temos uma tendência a sofrer um pouco mais com altitude.

Mas, certamente, isso não é algo com que você precise se assustar, até porque pode ser que nada demais aconteça contigo. A primeira escada que subi, em Cusco, me deixou extremamente tonta e cansada, porém, ao longo das horas, meu corpo foi já se acostumando.

Como eu fui em novembro, o período chuvoso já havia começado. É importante se atentar  nisso, porque essa é a pior época para fazer a trilha, embora seja talvez a mais barata.

Qual a empresa escolhida?

Bom, eu contratei a Loki travel por indicação de uma amiga. Logo depois descobri que a agência é bastante procurada, em geral, pois, além de prestar um serviço de segurança, também oferece atrativos de diversão durante a subida.

Essa agência vende muito para quem se hospeda no Loki Hostel, que é um dos hostels com mais festas em Cusco. Festas muito boas, por sinal…

  • O que é imprescindível levar para a trilha?

Bom, um mês antes das viagens, eu li alguns posts e conversei com amigos montanhistas, os quais me indicaram o essencial.

Não se preocupe, pois a agência contratada também te indica tudo que for necessário levar, porque eles alugam itens com os quais você não precisa se preocupar antes, como, por exemplo, sacos de dormir.

Na minha opinião, o essencial é observar o período de chuvas e levar o mínimo de peso possível, já que, durante o caminho, você pode comprar coisinhas de comer e alguns itens de urgência, caso te falte, como, por exemplo, capa de chuva e repelente.

Levei vários pés de meia, porque os pés podem suar muito e se machucar, uma blusa fleece, mais quentinha, e acessórios de frio (luvas e gorro) para a primeira e segunda noite, que são mais frias. Além disso, levei itens como protetor solar, repelente, corta-vento, bastão de caminhada, toalha, sabonete. No mais, são roupas leves, em menor quantidade possível, alguns remedinhos básicos e uma sandália leve para usar à noite, com os pés cansados. E, então, é só partir para a subida =).

Ah, claro: a bota específica de trilha com a qual você melhor se adapta. Eu comprei um modelo na Decathlon com excelente custo benefício.

  • PASSO A PASSO DO primeiro dia da trilha

A agência busca você no hostel e leva para uma praça para pegar o ônibus e ir até a cidade de Mollepata. Nesse momento, já se dividem as pessoas em dois grupos, que andam em uma distância bem curta em relação ao outro durante toda a trilha. Eu era a única brasileira.

Após 2 horas de viagem, chegamos à Mollepata e tomamos um café da manhã bem gostosinho com direto a vários chás e opções da cozinha -esse café não está incluído no pacote -.

Nesse momento, temos um tempinho para pesar as bagagens – que seguem com as mulas -, que não podem passar de 10kg, – mas, no meu caso, foi possível juntar com a bagagem de algum colega que tinha menos -. Porém não há necessidade de levar mais que 10kg para essa trilha.

Esse também é um momento importante para comprar a água do dia, que não precisa ser muita, já que a caminhada inicial só dura 2 horas e, no primeiro acampamento, tem água para vender, mas é um pouco mais cara.

Mais uma meia hora de ônibus e, então, chegamos ao ponto de iniciar a subida. Os primeiros 30 minutos são de subida muito íngreme e já nos dão aquele impacto.  E pensar que ainda faltavam 4 dias!

Respiração muito ofegante, mas, sim, é possível. Paramos para descanso e, depois, seguimos, por mais 1 hora e 30 minutos, por um caminho que nos proporciona deslumbramento e um romance pelas montanhas.

A névoa de frio e os rios correndo entre as montanhas, formando uma paisagem que nos remete a cachoeiras, eram as partes mais lindas da caminhada.

Subida para a trilha Salkantay - dia 1
Subida para a trilha Salkantay – dia 1

 

Subida para a Montanha Salkantay - dia 1
Subida para a Montanha Salkantay – dia 1
Subida para a Montanha Salkantay - dia 1
Subida para a Montanha Salkantay – dia 1
Subida para a Montanha Salkantay - dia 1
Subida para a Montanha Salkantay – dia 1

Parei para fazer a foto abaixo. E eu sou a pessoa que morre de medo de alturas, mas essa experiência nos encoraja desde que o propósito seja esse.

Subida para a Montanha Salkantay - dia 1
Subida para a Montanha Salkantay – dia 1

Quando chegamos ao acampamento, eu nem acreditei. Mas já?! Talvez o esforço seja menor durante a manhã porque, à tarde, há uma surpresinha para quem animar subir até uma laguna lindíssima: Humantay.

E, sim, vale a pena, não dá para pensar em desistir e não ir!

  • Subida para Humantay

Almoço bem reforçado no acampamento e um chazinho digestivo maravilhoso, chamado “munã”. Aliás os chás de Coca e Munã, oferecidos após as refeições, são muito bons para o funcionamento do corpo nas alturas e para a digestão.

Nós precisamos comer muito, nas refeições principais, porque precisamos de bastante energia, todavia, ao mesmo tempo, o corpo pede algo mais, para ajudar a digerir bem a comida.

Quando retornei ao Brasil descobri que a munã também é considerada uma “erva estimulante” do amor rsrsrs…

Estávamos a 3.600 de altitude e, para subir até a laguna, seria necessário ir até 4.200 de altitude em uma tarde. Cada um seguiu no seu ritmo e eu fiquei completamente para trás, com o Guia, que percebeu minha dificuldade.

Subida para a laguna Humantay- dia 1
Subida para a laguna Humantay- dia 1

Eu subia e parava a cada 5 minutos, e meu coração acelerou demais, sem voltar ao normal, nem mesmo quando eu estava parada. Comecei a ter muito medo do que estava acontecendo, então, veio dor de cabeça e falta de ar. Até que apareceu um outro guia e me ofereceu uma água florida que ajudava a respirar, e isso foi ajudando meus pulmões a respirar melhor.

Daí para frente, eu confesso que chorei, parei, olhei para baixo, mas nunca quis voltar. Foi quando eu percebi que já estava em sintonia com aquela experiência e que, para trás, eu sequer deveria olhar. Nessas horas, o controle da mente é uma arma poderosa para conseguir continuar.

Acrescento que, um mês antes dessa trilha, eu só pensava nisso e reunia uma espécie de força interior, todos os dias, para quando esse momento chegasse. Acho relevante, além disso, dizer que eu não sou atleta e nunca subi uma montanha na vida. Por isso vou sempre encorajar qualquer pessoa que tenha esse desejo e acha que não é possível.

Quando cheguei no lago, esta LINDA vista abaixo. Gratidão!

Laguna Humantay
Laguna Humantay

 

Laguna Humantay
Laguna Humantay

 

Laguna Humantay
Laguna Humantay

PASSO A PASSO DO SEGUNDO DIA DA TRILHA – O MAIS TEMIDO

O segundo dia, como eu li em muitos blogs, era o mais temido por quem não tem costume com montanhas. Um dos motivos é que se anda 22km, sendo que metade da distância é só subida, até chegar ao ponto de interesse e, também, o mais alto: Salkantay.

Acordamos cedinho e começamos. Fazia muito frio. Eu estava preparada mentalmente para o temido momento, mas não estava preparada para enfrentar muito frio e chuva durante todo o dia.

Minha capa de chuva e botas não aguentaram o tranco e eu me molhei toda: roupa, meia, etc… Foi difícil caminhar nessas condições,

Subida Montanha Salkantay - dia 2
Subida Montanha Salkantay – dia 2

Então, comecei a ver o que significa subir uma montanha: são os anjos que nos aparecem. Cheguei ao acampamento do almoço exausta e molhada. Por sorte, pude trocar minha blusa molhada com um amigo, que tinha uma seca.

Existem mais pessoas boas subindo uma montanha do que eu poderia imaginar. Sabe quando parece que todo mundo está mais para o lado fraterno e solidário das relações?

Olhei em frente, depois do almoço, e pensei nas horas que ainda faltavam de caminhada.  Eu já estava, em parte, no meu limite físico, mas o caminho era lindo…

Subida Montanha Salkantay - dia 2
Subida Montanha Salkantay – dia 2
Subida Montanha Salkantay - dia 2
Subida Montanha Salkantay – dia 2
Subida Montanha Salkantay - dia 2
Subida Montanha Salkantay – dia 2
Subida do segundo dia na trilha Salkantay - Peru
Subida do segundo dia na trilha Salkantay

Na subida, vi um colega com um problema no joelho e outra colega que teve uma dor terrível na perna e pensei: a fragilidade é algo inerente ao ser humano, precisamos nos respeitar por isso também. Cada um de nós tem momentos de dor, em maior ou menor escala.

Como alguém com um sério problema no joelho se aventura a isso? É de uma força notável ver pessoas de coragem e perceber que precisamos uns dos outros o tempo todo.

No finalzinho da subida, tive muita dor no peito e até cheguei a pensar que estava enfartando.

Sobre esse momento, eu só posso dizer uma coisa: aprenda a desviar as energias ruins, deixe os pensamentos se esvaírem no tempo e no espaço, corte pela metade, desvie o olhar, pare e pense em algo muito bom… Precisamos saber que nada acontece fora do tempo e do lugar certo.

Me reconectei positivamente e subi.  Quando faltavam cerca de 10 minutos para chegar à tão esperada planilha Salkantay, 4630 de altitude, emocionei-me bastante, e um amigo foi me puxando, até que chegássemos.

Subida Montanha Salkantay - dia 2
Subida Montanha Salkantay – dia 2

Uma sensação indescritível me tomou, quando cheguei e vi todas as pessoas me esperando e gritando pelo nosso sucesso. Foi, então, quando eu entendi porque valia a pena subir uma montanha na vida. Não é pela montanha, ela já está lá, não vai sair de lá, e milhares de pessoas vão passar por aquele lugar.

É por reconhecer a importância do tripé da vida na terra: o ar que respiramos como fonte de vida, o coração como um canal energético por onde passam nossos sentimentos e o amor que você sente pelo ser humano e sua grandeza quando em estado do bem. Desde que subi Salkantay, eu não me sinto confortável para reclamar da vida…

Nesse momento, me veio à cabeça uma música do Pearl Jam, Sirens, a qual diz, em português: “é uma coisa frágil essa vida que levamos, se eu pensar muito, eu não conseguirei superar, coberto pela graça, com a qual vivemos nossa vida…o medo vai embora”

Que gratidão! E como o sentimento de gratidão faz bem e deve ser uma constante em nossa vida!

Topo da Montanha Salkantay - Peru
Topo da Montanha Salkantay – Peru
Topo da Montanha Salkantay
Topo da Montanha Salkantay

A descida foi, também, envolta por um cenário de chuva e frio, mas com vistas igualmente incríveis…

Descida de Salkantay - dia 2
Descida de Salkantay – dia 2

Somente quando cheguei ao acampamento, à noite,  que me dei conta do estado do meus pés e pernas, ambos machucados e com muita dor. Como eu havia canalizado muita energia para o coração e para a respiração, não me concentrei na dor das pernas.

  • PASSO A PASSO TERCEIRO DIA DA TRILHA

Depois do segundo dia, qualquer caminhada, ainda que seja por cinco horas, torna-se mais suportável, mesmo com o desgaste físico que já se acumulou. O terceiro dia é bastante especial, porque nós passamos por umas barracas que vendem frutas locais e vamos conhecendo famílias que vivem nas montanhas…

Terceiro dia da trilha Salkantay - Barraca de frutas
Terceiro dia da trilha Salkantay – Barraca de frutas
Crianças que vivem nas Montanhas - Salkantay
Crianças que vivem nas Montanhas
Terceiro dia da Trilha Salkantay
Terceiro dia da Trilha Salkantay
Terceiro dia da Trilha Salkantay
Terceiro dia da Trilha Salkantay

E algo muito interessante: a caminhada passa de uma paisagem de frio e gelo para uma floresta tropical com calor, mosquitos e várias frutinhas…É como experimentar várias estações no mesmo dia.

Neste dia, inclusive, são muito importantes o protetor solar e o repelente. No 1º  e 2º dia não vi necessidade do repelente estar na mochila de ataque, então, eu poderia ter economizado peso.

Aliás poderia ter economizado peso em vários aspectos. Não precisava levar a quantidade de comida na bolsa que eu levei. Eu precisava, no máximo, de algo bem pequeno, porque os intervalos entre uma barraca e outra são suficientes para se alimentar.

No terceiro dia, havia, também, uma expectativa em relação ao passeio para as Águas Termais (passeio opcional, mas barato, cerca de 20 soles).  Ainda neste dia, acontece uma festinha promovida pela agência na parte da noite, na cidade de Santa Teresa.

Águas Termais - Terceiro dia
Águas Termais – Terceiro dia

E foi assim, as águas naturais renovaram tudo no meu corpo e, à noite, a festinha com fogueira e cerveja mostrou às pessoas do grupo o quanto já estávamos conectadas, mesmo sem nos conhecer muito bem.

Esse é, sem dúvidas, um dos melhores dias da trilha!

  • PASSO A PASSO QUARTO DIA DA TRILHA

O quarto dia começou com a emoção de ir até a tirolesa – passeio opcional que nem considero tão opcional assim…

Em resumo, ou você vai para a tirolesa e de lá segue de carro até a hidrelétrica, para caminhar mais 2 horas até Águas Calientes, ou você vai a pé para a hidrelétrica (cerca de três horas) e ainda caminha por mais 2 horas até Águas Calientes.

Porém, no meu grupo, ninguém optou por ir a pé, considerando o cansaço e, também, porque todos queriam fazer a tirolesa. Como o guia iria acompanhá-los, fiquei sem saída.

Novamente, uma oportunidade para enfrentar meus medos. Existem várias companhias, mas é bom pesquisar, porque há algumas diferenças no percurso.

Zipline - Tirolesa
Zipline – Tirolesa

O passeio é divertidíssimo, mas, realmente, para quem tem medo de altura, é muita aventura para a cabeça. Eu me senti um superman, nesse lugar, e gritei demais! Haha

Zipline - Tirolesa
Zipline – Tirolesa

Lembro que passei por duas tirolesas e não queria fazer a terceira, até que um amigo peruano me disse: “se você chegou até aqui, não vai embora pra sua casa sem ter concluído o enfrentamento dos seus medos”. Foi o que eu precisava para concluir. Obrigada, Jorge!!

  • Parte da tarde quarto dia da trilha

Na hidrelétrica, almoçamos e caminhamos por 2 horas até Águas Calientes. É uma caminhada bem legal, de momentos finais de reflexão depois dos intensos 4 dias.

Notei que as pessoas andavam mais separadas ou iam trocando as duplas no caminho. Havia uma aura de missão cumprida no caminho, mas, permanecia, ainda, a expectativa em relação à subida para Machu Picchu.

quarto dia da trilha Salkantay - caminhada Hidrelétrica
quarto dia da trilha Salkantay – caminhada Hidrelétrica

À noite, a chegada em Águas Calientes – cidadezinha romântica e encantadora – e a primeira noite do percurso passada em um hostel.

Chegada em Águas Calientes
Chegada em Águas Calientes

 

  • PASSO A PASSO QUINTO DIA – chegada a machu picchu

Partida cedinho para a  cidade de Machu Picchu. Aqui, eu queria complementar dizendo que, além da subida até a cidade de Machu Picchu, existe, também, a subida até a montanha de Machu Picchu e Hayuana Picchu.

Todavia, eu paguei pela montanha de Machu Picchu separadamente, achando que, assim, estaria pagando pela subida até a cidade. Enfim, vacilei e confundi, acabei pagando um pouco mais, porque os tickets para Machu Picchu não são incluídos no pacote da trilha. Além disso eu não aguentaria subir até a montanha devido ao cançaso.

Por fim, para subir e descer Machu Picchu, temos a opção de ir de ônibus ou a pé. O ideal é chegar à fila às 4:30 da manhã, porque, assim, você chega ao topo sem ter que enfrentar a confusão de gente, visto que o local fica rapidamente lotado. Nunca vi tanta gente em um lugar só, principalmente orientais!

A subida dura 1 hora e as escadas são bem grandes. A subida é difícil. Se você tem problemas de joelho nem se arrisque muito. Dica: leve comidinhas leves e água, porque lá em cima é tudo muito caro.

Machu Picchu
Machu Picchu
Machu Picchu
Machu Picchu

 

Chegar à Machu Picchu, no quinto dia, foi mais um agradecimento. Não foi tão desafiador quanto subir até Salkantay, nem tão reflexivo quanto o caminho de uma trilha de 4 dias. Porém foi surpreendente poder perceber como os Incas conseguiram construir uma estrutura tão robusta e com cada parte milimetricamente pensada.

Machu Picchu
Machu Picchu

Machu Picchu é linda, tem uma energia boa e vale a pena ficar lá em cima contemplado as montanhas de todas as perspectivas possíveis. Resumindo: uma paisagem indescritível!

Espero que esse post tenha ajudado aos temidos e destemidos que queiram se aventurar por lá!

Curtam, comentem e compartilhem com amigos! Estou à disposição para tirar todas as dúvidas =)

 

 

 

 

 

 

 

 

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4 comments

    1. Oi Maria =)! Realmente o medo faz parte, mas é uma grande oportunidade para enfrentá-lo. Então, a trilha de 5 dias custava em torno de 200-230 dólares, no ano passado (2017), pela Loki Travel.

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