Ilha de Marajó: dicas e fotos

O que fazer em Belém do Pará?

Como sair de Belém do Pará para a Ilha de Marajó?

Como ir da cidade de Soure para Salva Terra na Ilha de Marajó?

A famosa Praia do Pesqueiro na Ilha de Marajó

O Retorno da Ilha de Marajó para Belém do Pará

A escolha do destino e o 1º dia em Belém do Pará

Queridos(as) amigos, a escolha do destino vale a pena contar. Eu e meu namorado somos amantes de viagem, mas jamais imaginamos ir para a Ilha de Marajó no Norte do Brasil em um feriado.

Eis que eu (frenética em pesquisar passagens), depois de comermos um açaí delicioso de uma loja típica do Norte, em Ipanema-RJ chama Amazônia Soul , pesquisei aleatoriamente passagens para Belém do Pará.

Não é que achamos voo de ida e volta para Belém, saindo do Galeão/RJ, por R$ 365 reais? Acreditem! Vale a pena pesquisar! Isso foi mais ou menos com dois meses de antecedência ao feriado.

Replicando o que uma vez minha amiga me disse: Belém do Pará e a Ilha de Marajó são daqueles lugares que você nunca pensar em planejar ir na sua próxima viagem. Porém, quando você faz a viagem, se arrepende de não ter feito essa escolha diferente antes.

O voo saindo do Galeão/RJ dura cerca de 3he30m. Chegamos a Belém e fomos para o Galeria Hostel . O Hostel também oferece um quarto individual para casais e custava cerca de R$ 110,00, em junho de 2018.

Valeu a pena! Íamos passar um dia em Belém – para deixar a viagem ainda mais completa – e o Hostel fica muito bem localizado, com uma equipe muito atenciosa. Não custa nada dizer que a estrutura é beeem simples, mas o café é gostosinho.

Vista do mercado Ver-o-Peso
Vista do mercado Ver-o-Peso

De manhã fomos para o famoso Mercado Ver-o-Peso. Não tem como ir a Belém e não visitar esse mercado.

Vista do mercado Ver-o-Peso
Vista do mercado Ver-o-Peso

O local é aberto e enoooorme! A gente foi vendo tudo aleatoriamente e destacamos algumas dicas bem legais:

  1. Conhecer as barraquinhas que vendem os cheirinhos do pará, raízes locais e o famoso “perfuminho: chora nos meus pés” que os paraeneses dizem que se a mulher passar atrai qualquer homem haha. O legal é que esses perfuminhos vem em frasquinhos pequenos ótimos para levar de lembrancinha;

    Retrato de uma Senhora Paraense na  barraca de perfumes e raízes no mercado Ver-o-Peso
    Retrato de uma Senhora Paraense na  barraca de perfumes e raízes no mercado Ver-o-Peso
  2. Experimentar as frutas na área de frutas e legumes. Comemos mangustão e adoramos. Conhecemos a castanha do pará antes de passar por processos industriais, purinha na casca. Tem um gostinho bem diferente e vale a pena. O KG é beeem mais barato inclusive!
Senhora Paraense nos oferecendo cacau na barraca de frutas
Senhora Paraense nos oferecendo cacau na barraca de frutas
Castanha do Pará no mercado Ver-o-Peso
Castanha do Pará no mercado Ver-o-Peso

3. Visitar a parte de artesanatos e presentes. Nós compramos canecas e itens de cozinha lindos da cerâmica marajoara e depois compramos bastante castanha do pará para levar – o kg era R$50,00 -, em torno de (R$30,00) a menos que Minas Gerais.

Eu e o Sacha comprando artesanato no Mercado Ver-o-Peso
Eu e o Sacha comprando artesanato no Mercado Ver-o-Peso

 

Artigos de cerâmica marajoense no Mercado Ver-o-Peso
Artigos de cerâmica marajoense no Mercado Ver-o-Peso

4. Visitar a parte de sucos e chocolates. Experimentamos váaaarios sucos, cada copo por (R$3,00) reais. Os bombons são bem baratinhos, a partir de (R$1,00).

Bombons Paraenses no mercado Ver-o-Peso
Bombons Paraenses no mercado Ver-o-Peso

5. Almoçar um típico peixe fresquinho (filhote), com açaí, farofa, arroz e feijão, bem de frente para a vista pro rio. Adoramos a experiência de comer açaí como os paraenses. O prato custa em torno de R$55,00 – para duas pessoas.

Almoço típico no mercado Ver-o-Peso
Almoço típico no mercado Ver-o-Peso

O que fazer à tarde em Belém do Pará

Depoir de ir ao mercado, fomos para o Hostel descansar e depois para a estação das docas – ponto turístico famoso.

Não visitamos locais importantes como o mangal das garças, porque gastamos muito tempo no mercado (poderíamos ter sido mais rápidos), mas acho que vale a pena vocês conhecerem.

A Estação das Docas é um local bem diferente. Á noite ficam várias luzes lindas espalhadas por uma passarela na beira do rio. O clima é ótimo, muito vento e muitos turistas. Vou destacar algumas dicas para experimentar lá:

 Estação das Docas a noite – Belém do Pará
Estação das Docas a noite – Belém do Pará

 

  • Experimentar sorvetes de sabores de frutas locais maravilhosos. Eu comi de Bacuri e adorei.
  • Experimentar tacacá nos quiosques – os paraenses dizem que esse prato levanta até defunto -. Basicamente é um caldo forte feito do caldo de mandioca com uma planta famosa por lá (jambu) que trava e adormece um pouco a língua. Detalhe que eu achei que fosse brócolis e me esbaldei haha. Tem sabor muito peculiar e forte esse prato, mas acho que vale a pena experimentar

 

Tacacá em quisque na Estação das Docas
Tacacá em quisque na Estação das Docas
Sacha experimentando o Jambu do Tacacá
Sacha experimentando o Jambu do Tacacá

continuando as dicas…

  • Assistir o pôr do sol na estação das docas, dizem que é muiiito lindo!
  • Experimentar as cervejas locais no Amazon Beer
  • Ouvimos dizer que tem um restaurante lá com Pato no Tucupi, mas não experimentamos esse prato no dia

2º dia – COMO IR DE BELÉM do pará à ILHA DE MARAJÓ (SOURE)

A Ilha de Marajó é a maior ilha fluviomarítica  do mundo – banhada por águas do rio e oceano – e é composta de várias cidades. As principais visitadas pelos turistas são Salvaterra e Soure. Escolhemos nos hospedar em Soure, pois a cidade é a mais estruturada.

Antes mesmo de falar do transporte, vou dar uma dica muito importante: leve dinheiro. A maioria dos restaurantes e padarias não aceitam cartão.

Bom, o transporte de Belém para a Ilha de Marajó pode ser feito de lancha. É importante acordar bem cedinho e ir para o porto.

Vale a pena dizer que o horário da lancha deve ser consultado direto no porto, por isso recomendamos chegar 1h  antes do indicado pelos moradores locais, para se prevenir. Costuma ter alteração de horário.

Pegamos a lancha 8h15 no porto de Belém. O ticket de ida custa R$48 reais por pessoa e a lancha é bem confortável. A viagem dura cerca de 2 horas e tem até filme dentro da lancha.

Embarque na lancha que leva de Belém do Pará à Ilha de Marajó
Embarque na lancha que leva de Belém do Pará à Ilha de Marajó

Se você estiver indo para Salvaterra (outra cidade famosa da ilha) vai pegar a mesma lancha, basta descer na primeira parada.

Chegando a Soure e já fomos para a fila comprar o ticket de volta.

Foi a melhor coisa que fizemos, restavam poucos lugares para retornar na segunda-feira às 5h30 da manhã.

É sempre bom olhar isso com antecedência, porque para quem comprar o voo de volta na segunda-feira de manhã, pode ter que retornar no domingo por volta de 14h =(.

Alugamos uma casa pelo Airbnb de sexta à segunda (Casa do Rodrigo na travessa 17, entre a quarta e quinta rua). A casa era muito próxima do porto e já tínhamos combinado nossa chegada.

O anfitrião nos explicou como era a geografia da cidade. As ruas se organizam em travessas (na vertical – travessa 14, travessa 15… por aí vai) e na horizontal se organizam em número (primeira rua, segunda rua).

Nos disseram ser proibido dar nomes as ruas por lá.

Soure é uma cidade simples, mas muito movimentada de nativos.

Tem um comércio com tudo que você precisa: farmácias, restaurantes, posto de gasolina, padarias e até universidade federal. Muito legal né?

Chama a atenção na cidade a forma como as pessoas se locomovem.

Tudo é feito em moto. As motos carregam de 2 a 5 pessoas, isso é muito comum.

Além disso, é comum ver muita bicicleta e também os famosos búfalos pelas ruas. Sim, existem búfalos por lá…e realmente isso torna o local muito diferente de tudo que você já viu…

As ruas são bem largas e tem pés de manga e árvores grandes nos canteiros de todas as ruas da horizontal.

Marajoenses em quantidade família nas motos
Marajoenses em quantidade família nas motos

Dessa forma, os turistas conseguem fazer tudo por meio dos moto taxistas. Os moto taxistas  são excelentes guias. Todo moto táxi que pegamos nos explicou sobre a cidade e praias.

A casa em que hospedamos era muito bem localizada, ao lado de padaria e em frente a um posto.

Varanda da casa do Rodrigo - alugada no Airbnb
Varanda da casa do Rodrigo – alugada no Airbnb

Fomos tão bem orientados por todos os paraenses que conhecemos – os rapazes ou moças do uber, o nosso anfitrião, os moto táxistas-, que foi impossível ter dificuldade de encontrar as melhores opções do que fazer no nosso passeio.

Os paraenses são nota mil e já estão na lista dos nativos mais receptivos que conheci nas minhas viagens.

Não passamos por nenhuma situação de sermos “explorados” como turistas, mas pelo contrário, achamos os preços muito justos e baratos – pelo menos no feriado que fomos Corpus Christi-.

Na parte da tarde do primeiro dia fomos para a praia de Barra Velha. Optamos por ir a pé e ver a paisagem. São cerca de 5km pra ir e 5km para voltar. Valeu a pena!

Paisagem no caminho da Praia de Barra Velha
Paisagem no caminho da Praia de Barra Velha
Paisagem no caminho da Praia de Barra Velha
Paisagem no caminho da Praia de Barra Velha

O caminho também passa por dentro de uma fazendo muito bela, mas lá  eles cobram R$10,00 para fotografar.

A chegada em Barra Velha já impacta com o visual diferente dos mangues. Você já foi em alguma praia cheia de mangues enormes? Foi uma novidade pra gente!

Em todas as praias que fomos em Marajó também tivemos a sensação de praia mais paradisíaca e deserta. Vocês vão conferir no vídeo mais abaixo.

Paisagem na chegada da Praia de Barra Velha
Paisagem na chegada da Praia de Barra Velha
Criança de bicicleta na chegada da Praia de Barra Velha
Criança de bicicleta na chegada da Praia de Barra Velha
Mangue gigante na praia de Barra Velha - Ilha de Marajó
Mangue gigante na praia de Barra Velha – Ilha de Marajó
Visual Íncrível com Arco-Íris, na Praia de Barra Velha
Visual Íncrível com Arco-Íris, na Praia de Barra Velha

Deu pra ver que Barra Velha é uma praia linda né? Lá também tem restaurantes feitos com cabanas de palafita e comidas gostosas e locais.

A mistura de água do rio com águas de oceano, embora deixem a água mais escura, quando a maré baixa conferem uma sensação de imensidão à praia. As águas são mais quentes. É importante  tomarem cuidado com as raias.

É comum também em Marajó, que ao longo do dia você veja uma nuvem carregada de chuva passar e depois o céu abrir =).

Para completar o paraíso, experimentamos os sucos locais em abundância e com preços ótimos, além da água de coco local. Mangaba, Bacuri, Graviola, Cupuaçu, Taperebá, Murici, Açaí, estão entre os tipos de frutas que você encontra na ilha…É de uma riqueza enorme a diversidade de frutas dos paraenses.

1ª NOITE NA ILHA DO MARAJÓ – SOURE – o que fazer

Fomos jantar no restaurante Patu Anú. Fica localizado na travessa 14 (rua principal) e deliciamos o que eu e meu namorado apelidamos de “combo marajoense”.

O que é o combo marajoense? Uma farofinha temperada, feijão temperado, arroz e uma carne deliciosa de búfalo, com queijo marajoense em cima da carne. Simples assim, mas de sabor peculiar.

3º dia – COMO IR DE SOURE PARA SALVATERRA

Salva terra é outro destino bastante conhecido da ilha de Marajó. Há que se pegar um barco ou barquinho (famoso popopó) de Soure até Salva Terra.

Esses barcos saem de meia em meia hora do porto e o valor por pessoa é R$ 4,00.  O trajeto dura cerca de 25 minutos.

Barco que faz o trajeto de Soure para Salva Terra
Barco que faz o trajeto de Soure para Salva Terra

Um complemento: antes de chegarmos no porto paramos na praça principal da cidade para tirar fotos com os famosos Búfalos da Polícia Militar. Só no Brasil pra existir algo desse tipo hahahaha! Polícia em búfalos…

Búfalo da Polícia Militar de Marajó
Búfalo da Polícia Militar de Marajó

Você tem que verificar, pois tem os dias e horários certos que eles ficam lá para fotos.

Ao chegar em Salva terra já percebemos um pouco a diferença entre as cidades.

A cidade é menos movimentada com relação ao fluxo de pessoas e motos, mas também parece ter uma estrutura legal de permanência.

Caminhada nas ruas de Salva Terra
Caminhada nas ruas de Salva Terra
Menino da pipa e Garotas do guarda chuva vermelho
Menino da pipa e Garotas do guarda chuva vermelho

Escolhemos ir a pé (uma boa caminhada) até a praia mais famosa da cidade – Praia Grande.

A praia é bonita e movimentada, no entanto, ao chegarmos lá fomos conversar com o vendedor de coco e decidimos ir para uma praia mais distante – cerca de 18km – chamada Joanes.

Crianças brincando na Praia Grande – Ilha do Marajó
Crianças brincando na Praia Grande – Ilha do Marajó
Vista da chegada na  Praia Grande – Ilha do Marajó
Vista da chegada na  Praia Grande – Ilha do Marajó

Um casal de paulistas já tinha comentado da praia de Joanes e ainda bem que decidimos ir. Valeu cada minuto a paisagem incrível na ida para conhecer a comunidade de Joanes e a praia.

Antes de chegar à praia o moto táxista nos levou para conhecer o Forte de Joanes e as ruínas das antigas igrejas jesuítas. É um lugar com uma vista linda.

Igreja e Ruínas Jesuítas no Forte de Joanes
Igreja e Ruínas Jesuítas no Forte de Joanes
Vista oficial do Forte de Joanes
Vista oficial do Forte de Joanes

Depois fomos à praia e para nossa surpresa – Joanes, com seu estilo de praia mais “roots” – é lindíssima. Tem uma vegetação diferente e apenas dois restaurantes no início da praia.

É melhor você já combinar seu horário de voltar para o Porto de Salva Terra, porque de fato tem poucas pessoas nessa praia e é bem distante.

Vista da Praia de Joanes - Salva Terra
Vista da Praia de Joanes – Salva Terra
Caminhada na Praia de Joanes - Salva Terra
Caminhada na Praia de Joanes – Salva Terra

 

Fomos caminhar na praia com o casal de paulistas e encontramos vários barquinhos parados que conferiam ainda mais estilo à praia.

Barquinho – Praia de Joanes - Salva Terra
Barquinho – Praia de Joanes – Salva Terra
Parada para foto na Praia de Joanes
Parada para foto na Praia de Joanes

No final da praia estava rolando uma espécie de “Rally” por uma Hilux. Fizemos umas fotos legais, parecia até comercial de Carro 4×4.

Hilux na Praia de Joanes
Hilux na Praia de Joanes
“Rally” na Praia de Joanes
“Rally” na Praia de Joanes

Na volta paramos no 1º restaurante da chegada na praia e comemos um prato com carne de búfalo, muito bom.

Comida local marajoense
Comida local marajoense

Pegamos o moto taxi até o centro de Salva Terra e de lá um barco para Soure, às 18h.

2ª NOITE – JANTAR NO SOLAR DO BOLA – SOURE

Fomos indicados a comer um prato com caranguejo no restaurante Solar do Bola.

O prato era como um escondidinho de caranguejo, que vinha desfiado e sem casca, acompanhado de arroz, queijo e creme de pupunha.

Jantar no Solar do Bola
Jantar no Solar do Bola

Além dos sucos, que nem preciso comentar mais né? Todo restaurante tem sucos bons. A atendente era super fofa também, chamava Vivi.

4º dia – A famosa praia do pesqueiro – Soure

Pegamos um moto táxi para ir à Praia do Pesqueiro. O trecho é em torno de 11km e já estávamos cansados para caminhar. O moto táxi nos cobrou 25 reais pra ir (preço para duas pessoas).

No entanto, algumas pessoas alugam bicicleta para fazer esse trajeto. A vista da estrada também é muito bonita.

Vista da estrada à caminho da Praia do Pesqueiro
Vista da estrada à caminho da Praia do Pesqueiro

Na chegada da praia vimos a primeira loja de produtos artesanais locais e tem muito coisa legal, inclusive fruteiras lindas.

A entrada da praia é linda e tem uma pequena parte de dunas, além de várias cabanas com redes de descanso. Visual bastante paradisíaco!

Vista da chegada na Praia do Pesqueiro - Ilha do Marajó
Vista da chegada na Praia do Pesqueiro – Ilha do Marajó

Sentamos em uma barraca e tivemos um excelente dia para leitura e descanso.

Confira no vídeo o visual paradisíaco:

 

No almoço decidimos comer não só o famoso filé  marajoara, mas também experimentar o turú.

Turú é um caldo feito por meio de larvas dos troncos de árvores. O aspecto e a ideia não me apetitaram, mas não é que o caldo é gostoso? Turú é conhecido como o Viagra do Pará. Pior que funciona rssss.

Caldo Turú
Caldo Turú

Voltamos para Soure no fim da tarde e paramos na Fazenda do Prefeito da Cidade (Fazenda Mironga) para comprar queijo e doce de leite marajoenses. Gente, sério!!!! Maravilhaaaaa de queijo e o Prefeito gente boa demais!!!

O mais legal é um esquema de auto atendimento em que você entra , pega o produto, paga numa caixinha e ainda pega o troco… Tudo na relação de confiança! Legal né?

Auto atendimento na Fazenda Mironga
Auto atendimento na Fazenda Mironga

A noite decidimos jantar em um restaurante tradicional da cidade chamado Delícias da Nalva. O restaurante é muito acolhedor e a história do local é legal.

Infelizmente, a Nalva faleceu há uns três anos, mas a família mantem as tradições dos pratos.

Nesse jantar conhecemos um prato local chamado frito do barqueiro. Basicamente o prato é feito com uma carne gordurosa do búfalo.

Frito do barqueiro – prato típico
Frito do barqueiro – prato típico

Também pudemos conhecer a suposta história do nome “Marajó” dado a ilha, mas vou deixar vocês descobrirem na viagem hehe…

5º dia – O retorno DA ILHA DE MARAJÓ à Belém do Pará e o Pato no Tucupi

Pegamos a lancha de retorno para Belém do Pará às 5h30. Chegamos no porto de Belém por volta de 7h30 e pedimos um Uber, que deu em torno de R$ 20,00 para o Aeroporto.

O Senhor do Uber nos indicou um local tradicional para comprar polpas de açaí e cupuaçu pra levar e passamos lá para pegar as polpas. Vale muito a pena!

Você já consegue comprar o isopor e despacha até 5L sem precisar despachar no avião (consultar regras na época de sua viagem).

O local se chama Iaçá Açaí e eles enviam até 30 Litros por R$140,00 o frete, para todo o Brasil.

Produção de Açaí
Produção de Açaí
Açaí no processo de embalagem
Açaí no processo de embalagem

O litro do açaí médio estava R$22,00 reais, porque o açaí estava fora de época. Então, o preço é um pouco mais caro do que o normal. Já o  cupuaçu, um litro de polpa custava RS14,00.

Chegando no aeroporto de Belém do Pará  resolvemos experimentar mais um prato famoso (Pato no Tucupi).

A gente não imaginava encontrar esse prato às 10h da manhã no aeroporto e por um preço acessível. Custou R$ 42,00 no restaurante Muiraquitã e dá para até 2 pessoas. Uma delícia!

Pato no Tucupi no Aeroporto de Belém do Pará
Pato no Tucupi no Aeroporto de Belém do Pará

Caso você tenha esquecido de comprar seus bombons com recheios locais no mercado, o aeroporto é a sua última oportunidade. São mais caros, mas também de melhor qualidade. =)

Valeu muito a pena conhecer o Pará. A Ilha de Marajó com certeza ganhou um lugarzinho entre os 10 lugares que mais gostamos de visitar.

O Pará pode ser batizado como um lugar de gente boa e culinária incrível.

Hora da partida – Malas, sacolas e ervas da Amazonas
Hora da partida – Malas, sacolas e ervas da Amazonas

 

Já queremos voltar e conhecer Santarém, nosso próximo destino no Pará!

Espero que esse post tenha ajudado vocês a viajar para Ilha de Marajó.

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